Novos Povoadores®

Apoiamos a instalação de negócios em territórios rurais

Há dias assim!


Encontrei numa pesquisa o blogue da Débora Martins.

Visita obrigatória para quem se interesse por "Atitude Profissional".

Sugestão Turística



O "interior" de Portugal é frequentemente conotado com o Turísmo.
Fica-se muitas vezes com a ideia que esse interior só serve para o turísmo de curta duração (vulgo "escapadinha") e, espante-se, indústrias de mão de obra intensiva.
Serão estas actividades compativeis no mesmo território? Creio que não. As áreas industriais em Portugal devem muito ao ordenamento e ao planeamento e tornam-se por isso "monos" do território nacional.

Na época de verão, o "país esquecido" enche-se de turístas de todas as proviniências, mas com destaque para as áreas metropolitanas. Faz confusão pensar que essa população metropolitana, quando se dispersa pelo território, o consegue "atestar". Fica a incógnita sobre as reais condições de vida quando se concentra em 15% do território.

Mas, a "Silly Season" esconde oportunidades raras vezes reveladas: Aproveite uns dias deste Agosto e visite... LISBOA!

Sim, isso mesmo. "Lisboa está deserta, partiu para parte incerta".

Aproveite para comer um gelado na Rua do Ouro e atravessar a pé o centro histórico que Marquês de Pombal construiu há 250 anos. Visite o Castelo de S. Jorge, aprecie o Tejo com os seus veleiros, atravesse a Expo'98 em teleférico...

Porque Lisboa, nesta época do ano, revela o encanto do seu património!

Blogue Portugal Singapura

"Olha para os bons e serás como eles!"
Foi a frase que me ocorreu quando encontrei o Blogue Portugal Singapura da autoria de João Santos Lucas.
Tal como Portugal, Singapura é um pequeno país com baixo índice populacional. Mas ao contrário da nossa economia, Singapura soube transformar essa reduzida dimensão numa economia internacionalizada: Exporta quase tudo o que produz, importa quase tudo o que consome.
Consegue ser um exemplo no continente asiático, cujos vizinhos são economias tão complexas como a China e a Malásia.
Em Portugal, boa parte da sua visibilidade advém da concessão do Porto de Sines, alavanca mobilizadora da economia do baixo Alentejo. Em Singapura, somos o 47º exportador para aquele território: Uma posição a baixo de Marrocos!
Sem dúvida, um blogue para acompanhar.

Quem me dera...


"Quem me dera que eu fosse o pó da estrada, e que os pés dos pobres me estivessem pisando... Quem me dera que eu fosse os rios que correm, e que as lavadeiras estivessem à minha beira... Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio, e tivesse só o céu por cima e a água por baixo... Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro, e que ele me batesse e me estimasse... Antes isso que ser o que atravessa a vida olhando para trás de si e tendo pena..."
("Quem me dera que eu fosse o pó da estrada", escrito por Alberto Caeiro)

in Living in Theory

Inovação & Inclusão: Agricultura Biológica

A consciência colectiva sobre as consequências para a saúde dos pesticidas agricolas, tem motivado uma crescente procura de produtos provinientes da agricultura biológica.
Tal procura originou novas oportunidades de negócio, uma vez que apesar de mais caros, esses produtos têm recebido a preferência dos consumidores.
Num momento em que agricultura atravessa uma grave crise de sustentabilidade, face à concorrência externa desses produtos, esta nova oportunidade deve ser estudada e desenvolvida para a diferenciação qualitativa dos nossos produtos regionais.

Recentemente, verifiquei numa região rural, a promoção de cursos de formação nesta área agricola.
No meu entendimento, o futuro da produção agricola passará por esta nova fase, pelo que estas iniciativas não deverão ser desvalorizadas.

PNPOT


Termina amanhã o prazo para o envio de participações ao Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território.

Convite à Reflexão

Tem a palavra o Dr. Tavares Moreira,
"Quando me preparava para alinhavar algumas ideias em torno da discussão da questão orçamental, que se aproxima rapidamente, deparei-me com um curioso convite à reflexão que encontrei numa revista de língua inglesa e que me pareceu digno de menção neste espaço.
Trata-se de um convite original, sob a forma de 10 grandes pensamentos para aplicação à nossa forma de viver, por vezes tão condicionada por rotinas que quase perde sentido existencial.
Passo a citar.
1. Calma é um lugar que tu próprio tens de criar se estiveres em ambiente de caos.
2. Aprende a tirar vantagem dos momentos em que nada parece acontecer. Isso te preparará para o que vier a seguir.
3. Ser amável faz parte da nossa natureza; pratica esse dom, oferece-o e recebe-o, de forma livre.
4. Para um espírito concentrado e uma mente tranquila, obriga-te a uma caminhada diária.
5. Encara o sono como um ritual; prepara-te para ele em cada noite.
6. Enfrenta uma qualquer rotina como oportunidade para a mudança.
7. Lembra-te de que qualquer momento te pode despertar para aquilo que é realmente importante.
8. Desenvolve a tua espiritualidade como um dom e um processo.
9. Inverte a regra de ouro: trata-te a ti próprio como tratas os outros.
10. Os sonhos dão cor e ímpeto à tua vida; deixa os teus sonhos inspirarem as tuas paixões e moverem os teus passos.

Parece tudo muito simples, mas qualquer uma destas notas de reflexão oferece motivo para repensarmos seriamente a nossa forma de viver.
Consta que Melinda Gates, mulher do famoso Bill Gates tão venerado pelos nossos governantes, dá enorme atenção a este decálogo. Será pois de bom conselho divulga-lo em Portugal.
Pela minha parte, irei tentar indagar em que medida estes dez preceitos poderão inspirar as minhas próximas ideias e intervenções sobre a questão orçamental.
No actual contexto de férias, parece-me que a reflexão do nº2 pode ser de grande utilidade.
E dado que já pratico, com regularidade, a recomendação contida na reflexão do nº 4, bem como a do nº5, espero utilizar a reflexão do nº10 para ver em que medida os meus próximos sonhos poderão inspirar-me a perscrutar o que possa vir a acontecer no plano da política orçamental.
Não é verdade que o equilíbrio orçamental e a recuperação económica continuam a ser para nós um sonho?
A final, estas reflexões podem ser mesmo de grande utilidade para percebermos o que aí vem ou pode vir."

in 4R - Quarta República

Cidades do Interior I

Em conversa de café com o Nuno, este chamou a atenção para algo que todos sabemos e raramente pensamos no assunto: Sempre que um repórter de televisão produz uma notícia fora das CHAGAS URBANAS, a imagem é sempre de um velhote desdentado ao lado da sua esposa de luto.
Aparentemente pitoresco para quem assiste a partir das referidas chagas, esta imagem transmite (até à exaustão) a ideia de que o interior é apenas isso.

A democratização do conhecimento, através da imprensa regional e da cobertura nacional da banda larga, tem vindo a homogeneizar o nivel cultural e intelectual da população portuguesa.

O interior é composto por cidades funcionais, onde a deslocação aos mais diversos serviços se faz geralmente a pé, e onde nascem pequenas unidades de negócio com um "costumer service" que nas grandes cidades raras vezes existe.

Esta imagem sistemática de "coitadinhos atrasados mentais" tem que mudar.

Para isso, todas as associações de municipios devem, numa perspectiva de promoção regional, encontrar junto das televisões interlocutores que compreendam a nova realidade promovendo oportunidades económicas para as suas regiões.

A título de exemplo: Quantas clientes de internet banda larga 4Mb em Lisboa/Porto beneficiam de 2,4 Mb reais de tráfego (três vezes superior à média europeia e 50% superior a banda larga T-1)? Fará sentido que nas médias organizações nacionais, os serviços não-comerciais continuem a funcionar nas grandes cidades, onde os custos com pessoal e instalações são 200% superiores a uma cidade do interior cuja qualidade de vida (social, ambiental e económica) é incomparavelmente superior?

Cidades do Interior



O estudo que o Expresso apresentou sobre as cidades dava protagonismo surpreendente a Bragança, que foi considerada em quarto lugar, e deixava mal a Guarda, em 23º lugar. Quem viaja e vai, também para norte, e não apenas ao Algarve, não ficou surpreendido. As cidades transmontanas deram um enorme salto e desenvolveram-se. Tudo ao contrário do que aconteceu com a Guarda que continua dependente dos serviços e não se desenvolve. Vila Real e Bragança já deixaram a Guarda para trás. E de que maneira.

in O interior, Abril 13, 2004

OPEN DAYS – Semana Europeia das Regiões e dos Municípios (9 a 12 de Outubro de 2006)


Organização
· A Edição de 2006 dos "OPEN DAYS - Semana das Regiões e dos Municípios” é organizada conjuntamente pelo Comité das Regiões e a Direcção Geral de Política Regional da Comissão Europeia (DG REGIO), e por 135 representações de regiões e municípios sediadas em Bruxelas. Conta com o apoio do Parlamento Europeu, da presidência finlandesa da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento, do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), da Federação Bancária Europeia, do Comité Económico e Social Europeu e de algumas mais cotadas empresas a nível mundial.
Tema
· Este evento é subordinado ao tema: Investir nas regiões e municípios da Europa - Parceria pública e privada para o crescimento e o emprego.
A representação das regiões e dos municípios
· As 135 regiões e municípios “parceiros” ( lista completa apensa) estão agrupados em 14 grupos, estando representado em cada um deles pelos menos três países diferentes. Números relativos aos anos anteriores:
Ø 2005: 106 regiões e municípios
Ø 2004: 70 regiões e municípios
Ø 2003: 10 regiões e municípios
· As regiões e municípios participantes representam 24 países europeus (20 Estados-Membros, 2 países candidatos à adesão e 2 extra-comunitários): Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, República Checa, Suécia, Roménia, Croácia, Suíça e Noruega.
· Os países mais representados são: Alemanha (17 ), seguidos da Itália (14), Reino Unido (13), Espanha (12), Países Baixos e Polónia (10), França, Finlândia e Hungria (7), República Checa (6), Roménia e Suécia (5).

Número de participantes

· Estão previstos para este evento 5 000 participantes provenientes do mundo político, económico, financeiro e social.

· Comparação com anos anteriores:

Ø 2005: 2 500 participantes
Ø 2004: 2 000 participantes

Número de ateliês e seminários

· Estão previstos 181 ateliês, dos quais 111 terão lugar em Bruxelas nas representações de regiões e cidades, na sede do Comité das Regiões e na Direcção-Geral de Política Regional da Comissão Europeia, realizando-se os restantes 70 localmente nos Estados-Membros.

· Comparação com anos anteriores:

Ø 2005: 70 ateliês e seminários
Ø 2004: 71 ateliês e seminários

· Os ateliês e seminários estarão agrupados por temas:

Ø Investir em empresas competitivas e emprego de elevada qualidade
Ø Promover a inovação ao nível regional
Ø Investir numa utilização sustentável dos recursos e das tecnologias do ambiente
Ø Apoiar a parceria de empresas do sector público e privado para os grandes projectos de infra‑estruturas
Ø Reduzir a burocracia: a gestão dos Fundos Estruturais entre 2007 e 2013

Novidades dos OPEN DAYS de 2006

· Cafés dos Investidores: um local de encontro moderno e uma oportunidade de ligação em rede dos investidores e representantes das autoridades locais e regionais. No café, que estará a funcionar de 9 a 12 de Outubro, na sede do Comité das Regiões, 99-101 Rue Belliard, Bruxelas, estarão presentes algumas das mais importantes empresas a nível mundial, nomeadamente:

· Alcatel
· BT
· Cisco Systems
· Deutsche Telekom
· Ericsson
· Ernst & Young
· France Télecom
· Hewlett-Packard
· Intel
· Microsoft
· Philips
· SAP
· Siemens
· Telecom Italia
· Telefónica

· Aldeia de Expositores: cada um dos 14 grupos terá à sua disposição um espaço para os seus próprios projectos sobre oportunidades comerciais, turísticas e de inovação, ao passo que outros grupos de expositores incluirão empresas do sector privado, instituições comunitárias, bancos e associações. A exposição realizar-se-á na sede do Comité das Regiões.

· Centro para os Meios de Comunicação: ficará próximo do Café dos Investidores e da área de exposições. Permitirá às organizações do sector público e privado terem maior visibilidade nos meios de comunicação regionais e locais de toda a Europa e com os jornalistas acreditados em Bruxelas. Prevê que os OPEN DAYS serão cobertos por cerca de 300 jornalistas da imprensa regional, além de que este evento servirá de pano de fundo da reunião informativa anual “Circom briefing’” organizada pelos comissários europeus para os membros da associação europeia das televisões regionais públicas.

· Sítio Web específico: para as informações de última hora sobre o programa e para demais pormenores sobre inscrições em ateliês ou seminários, é preciso consultar o novo sítio consagrado ao evento: www.opendays.europa.eu.

· A “Europa ao nosso alcance”: de 12 a 14 de Outubro realizar-se-á simultaneamente em muitas regiões e cidades com um programa descentralizado de eventos.
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